quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Por quanto tempo seremos reféns de nós mesmos?




Recebi esta mensagem e achei bastante pertinente para os dias atuais e compartilho com vocês.


Fonte:http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=20371

Por quanto tempo seremos reféns de nós mesmos?
por Nelson Sganzerla - nelsonsganzerla@terra.com.br


Estamos vivendo um tempo turbulento, cheio de tantas cenas que saltam aos nossos olhos e nos deixam perplexos diante de tamanha violência, diante de tamanho descaso, diante de tanta barbárie cometida pelo ser humano que, confesso, às vezes me falta estímulo para escolher um tema para os meus artigos.

Tudo é tão óbvio, tudo esta aí estampado nos jornais, em notícias que por mais que queiramos ignorar, nos causam um certo mal estar em pensar que chegamos ao ponto em que chegamos. Fatalidades acontecem a cada minuto, pais molestando filhos e filhas, mães espancando crianças que deveriam ser muito bem cuidadas, adolescentes roubando a comida de casa e trocando por droga; hoje mesmo, soube de um pai que se jogou da cobertura do seu prédio e, o pior, levou seu filho junto.

Sem contar na terrível fatalidade de uma mãe que esquece sua filha por horas fechada dentro de um automóvel em frente ao seu trabalho, fruto de uma rotina desmedida que vivemos nas grandes cidades onde a menor mudança nos faz esquecer bens preciosos dentro de um automóvel estacionado junto ao meio fio de uma rua qualquer.

Culpar essa mãe? De maneira nenhuma, ela já está condenada a conviver com isso o resto da sua vida, e que Deus lhe dê forças para suportar tamanha cruz.

Mas o fato é que estamos reféns de nós mesmos, estamos vivendo em um mundo repleto de egos inflados, que nos torna egoístas, arrogantes e prepotentes, ego esse que nos coloca na condição de animais irracionais. Vejam o exemplo de universitários que hostilizaram uma garota pelas suas vestes em pleno século XXI.

Somos irracionais no trânsito, esbravejando pelo espaço insignificante no asfalto, das ruas e avenidas, nessa luta sem propósito estamos matando e morrendo pelo ego medonho que nos aprisiona e nos torna reféns da nossa própria vida, transgredimos as leis de trânsito e achamos isso o máximo, não damos passagem ao outro na faixa e achamos isso normal, avançamos o sinal vermelho, porque somos campeões no quesito ma educação.

Compramos carrões, afinal, fora deles somos pequenos e insignificantes, fora deles o outro não nos respeita, fora deles somos apenas mais um andando pelas ruas e não temos poder nenhum, mais uma vez o nosso miserável ego nos aprisionando e nos tornando reféns de nós mesmos.

Garotos de periferia não se sentem reconhecidos sem um tênis que não seja de marca, um jeans que não seja de grife , um MP3, um boné transado, uma correntona de prata no pescoço, pelo ego são levados a esse consumo e se não podem comprar, vão para os cruzamentos nobres roubar. Afinal, sem isso não são conhecidos e respeitados.

Garotos endinheirados se entopem de drogas químicas nas baladas, com whisky do bom e Vodka de primeira e se esquecem de beijar, de namorar, para mostrar seus corpos sarados uns para os outros, e as garotas são deixadas de lado.
Meninas lindas e fashions se ensurdecem daquele som tecno, soltando baforadas de fumaça nas calçadas das praias e deixando de ser femininas pela dança robotizada nas caçambas de caminhonetes de luxo. Mais uma vez o ego aprisionando.

Enquanto não nos dermos conta de que o nosso ego, vivenciado dessa maneira, só nos tornar reféns de nós mesmos, seremos fadados a sofrer essas conseqüências, seremos remetidos a essa vida de desespero e de escândalos. Vida de nos preocuparmos com o que o outro irá pensar a nosso respeito, se não tivermos uma bonita casa, um carrão igual ao do vizinho, um tênis de marca, ou se ainda não fomos à Disney.

Vivemos reféns de nós mesmos, querendo aparentar aquilo que não somos, para pessoas que nem conhecemos, esquecemo-nos da cordialidade, da boa educação e da gentileza de tratarmos todos igualmente, independentemente de posição social, não nos cabe julgar seja pela aparência ou algo que o valha. Em nome do ego pessoas cometem barbaridades, por se acharem donas de uma verdade imposta por grupos econômicos poderosos.

Somos indivíduos, com características próprias, com beleza única. Viemos a este planeta para difundir o amor, a bem-aventurança, a concórdia entre nós; colocamos crianças no mundo para que sejam ainda melhores do que um dia fomos. Nosso ego nada mais é que nosso mediador entre o interno e o externo. Devemos ser flexíveis em relação a ele para que deixemos de ser reféns de nós mesmos.

Pense nisso.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Qual o seu índice de felicidade?

Matéria interessante, principalmente se aplicada no ambiente laboral, onde bem-estar e produtividade caminham juntos e se retroalimentam

Fonte: Revista Isto é

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2089/artigo156730-1.htm

Matéria interessante, principalmente se aplicada no ambiente laboral, onde bem-estar e produtividade caminham juntos e se retroalimentam .
Você é feliz? Em algum momento, todos nós já tivemos de responder a essa pergunta, feita por amigos íntimos, familiares e, às vezes, por nós mesmos. Em breve, porém, será comum ouvir essa complicada questão de recenseadores governamentais e profissionais de recursos humanos. É que a felicidade já pode ser medida e autoridades e especialistas de todo o planeta, inclusive no Brasil, estudam como transformála em indicador capaz de determinar políticas públicas e relações corporativas. A tendência, que põe a praticidade dos resultados financeiros em segundo plano e a complexa subjetividade do bem-estar social em primeiro, tem adeptos de peso.




quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A gente não quer só comida



A gente tem sede de educação e saúde e não de assistencialismo barato!


Fonte:http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/11/17/e171124575.asp


País tem primeiro estudo de sobrevida do tumor cerebral mais agressivo
Está concluído o primeiro estudo sobre os fatores socioeconômicos que interferem nos resultados do tratamento do tumor cerebral mais agressivo, o Glioblastoma Multiforme. O resultado desta pesquisa, a primeira realizada na história da neurocirurgia do país, servirá para alavancar recursos que possam contribuir para a melhora da sobrevida dos pacientes operados na rede pública.
- Constatamos, por exemplo, que um grupo de 40% dos pacientes atendidos pelo SUS não completou o tratamento com a radioterapia, fato que pode ser explicado pela distância entre o domicílio do paciente e o local do tratamento. De um total de 58 pacientes de baixa renda submetidos à neurocirurgia apenas 60% concluíram o tratamento com a radioterapia. Na rede particular o número de pacientes que levou o tratamento a termo saltou para 84%. Concluímos que no grupo de pacientes de baixa escolaridade e de baixa renda familiar os fatores de prognósticos foram estatisticamente piores - informa o Chefe do Setor de Neurocirurgia do HSE, José Carlos Lynch.
Segundo Carlos Lynch, os resultados encontrados poderão auxiliar na melhora significativa da sobrevida dos pacientes operados na rede pública, e na reversão da demora de obtenção do diagnóstico do Glioblastoma, bem como da espera para o tratamento adequado. Ele informa, ainda, que na rede pública os pacientes demoram cerca seis meses entre o tempo de sentir os primeiros sintomas, procurar ajuda e obter o tratamento, enquanto na rede privada esse tempo cai para apenas três meses.
- Há um momento adequando para o melhor resultado do tratamento e prognóstico da doença. Os pacientes que demoram mais tempo para obter assistência médica estão menos informados. O que desejamos e mobilizar recursos para iniciar a reversão deste quadro. É preciso que os hospitais públicos possam disponibilizar o acompanhamento de pacientes que residam em locais distantes, bem como criar campanha de esclarecimento sobre os sintomas do Glioblastoma, como forma de antecipar o diagnóstico - ressalta o neurocirurgião José Carlos Lynch.
A equipe de médicos que participou da pesquisa é composta por especialistas do Hospital dos Servidores do Estado (HSE): Jose Carlos Lynch, Leonardo Welling, Claudia Escosteguy, Ricardo Andrade, Celestino Pereira, e Alessandra G L Pereira. O estudo brasileiro comparou a sobrevida de 58 (cinqüenta e oito) pacientes com Glioblastoma Multiforme operados do HSE (hospital da rede pública para o atendimento do SUS) com a sobrevida dos 21 (vinte e um) pacientes operados nos hospitais privados.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Endomarketing

O Endomarketing

Endomarketing é uma atividade do marketing, que significa dirigir as ações de marketing para o público inteno de uma empresa, trabalhadores, gestores, fornecedores, etc. Vinicius Carvalho de Carvalho propôs um novo conceito para o Endomarketing, desvinculando o Endomarketing como sendo uma simples especialização dos processos de Marketing, colocando-o como um processo de gestão. "Endomarketing é um processo gerencial, cíclico e contínuo, direcionado ao propósito da organização, que é integrado aos seus demais processos de gestão e utiliza eticamente ferramentas multidisciplinares de incentivo, com o objetivo de promover a motivação das pessoas com seu trabalho e garantir seu compromisso com os objetivos estratégicos, contribuindo à obtenção de melhores resultados, econômicos e humanos, a partir de desempenhos superiores. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Endomarketing- 18.05.2009).

Objetiva valorizar o trabalhador e criar um ambiente adaptado à criatividade e à inovação. Através destes itens obtem-se mudanças de atitudes, comprometimento e de desafios. O principal objetivo do endomarketing é desenvolver e ou estimular nos trabalhadores a cooperação, a empatia e ao comprometimento visando o desenvolvimento e crescimento pessoal

O endomarketing visa tornar o ambiente de trabalho favorável e produtivo , na relação com seus diferentes públicos: funcionários e familiares, fornecedores, consumidores. Deve ser utilizado de modo adequado para vender a imagem aos funcionários e seus familiares. O sucesso da empresa depende de objetivos comuns entre pólos.

Cerqueira (1994, p.133) resume os objetivos de um projeto de endomarketing:

(...) criar um sistema de avaliação coletiva, por área de trabalho, visando à premiação de cada um dos seus componentes em função dos resultados obtidos por todos; • aperfeiçoar os índices de produtividade, Qualidade, segurança no trabalho, limpeza, ordem, etc.; • avaliar, através da mensuração dos resultados, quais áreas necessitam de maior ajuda e acompanhamento técnico e operacional; • gerar, em toda empresa, o espírito de unidade de time sadio com capacidade de realizar bem o seu trabalho, aceitando sempre novos desafios.
Existirão ruídos na comunicação, por isso, o profissional responsável deve ficar muito atento para corrigir os possíveis desvios, antes que virem boatos. Para Brum (2005, p. 51): a colaboração dos colaboradores deve ser diária e objetiva para que se sintam parte do processo, motivando-os para opinar sobre os planos de endomarketing, para que acessem aos gestores de modo mais tranqüilo, preparado e seguro, se sintam satisfeitos, qualificados e úteis.
Texto: Ana Cristina Jacques

Forrest Lula




Fonte:Wagner Valenti (Professor do Departamento de Biologia Aplicada da USP)



Leiam, atentamente, a ANÁLISE INTELIGENTE do Professor Wagner Valenti (Professor da USP, Departamento de Biologia Aplicada), que fez um ótimo resumo do Governo Lula:

- Todos conhecem o filme "Forrest Gump", que narra a história de um imbecil que sobe na Vida auxiliado por circunstâncias a ele, absurdamente, favoráveis. Nós brasileiros temos aqui o nosso "Forrest Lula", pelas razões que apresento abaixo:

1-) Lula pensa que chegou à Presidência do Brasil pela sua competência; mas, conseguiu tal proeza por uma junção entre sua "persistência malufiana" e o "mudancismo" do eleitor, que SÓ pelo desejo de Mudar, nem se sabe o quê, vota alternadamente em candidatos como Maluf, Collor e depois em Lula & Companhia.

2-) Lula pensa que é respeitado no Exterior; mas, não passa de uma "Curiosidade Zoológica", como o mico-leão dourado. A "esquerda" romântica de lá acha lindo um operário do Terceiro Mundo ter virado Presidente... se ele é competente ou não, o terceiro mundo que se dane.. Mais ridículo do que ele próprio, é o fato dele acreditar que é "O CARA" (para Nós "DE PAU").

3-) Lula pensa que somos idiotas ao dizer que fez Novos Programas Sociais como o Bolsa-Família, que é o EX-Bolsa Escola (retificado para PIOR, pois antes era direcionado à EDUCAÇÃO das Crianças Pobres Brasileiras e hoje incentiva o aumento da natalidade, com consequente Crescimento da Pobreza Nacional), já existente durante o Governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso. De concreto, o que ele fez MESMO, foi proteger os "terroristas sem-terra" (do MST) e transformar o Bolsa-Escola em Bolsa-Esmola.

4-) Lula pensa que faz sucesso com a Imprensa; mas, na verdade contou apenas com uma Imprensa domesticada e cordial, pelo menos até os recentes escândalos.

5-) Lula pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo, tanto em Ética, quanto em Política; mas, isso só acontece porque ele nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas especializados, onde teria que dar uma satisfação objetiva de seu desempenho como Presidente do Brasil. 6-) Lula pensa que é "imune" a essa Crise Econômica Mundial, porque seu percentual de aprovação ainda é alto; mas, vamos lembrar que a maioria dos Brasileiros, infelizmente, não tem EDUCAÇÃO, nem CULTURA. Aqueles que ainda confiam nele são tão ignorantes quanto ele; por isso, não sabem o que, realmente, acontece e são facilmente enganados e manipulados.

7-) Lula pensa que é o responsável pelo sucesso da Política Econômica Brasileira; mas, isso se deve única e exclusivamente à manutenção da Diretriz Econômica Programada durante o Governo do Presidente Fernando Henrique, que nomeou Henrique Meirelles como Presidente do Banco Central do Brasil e que, Graças a DEUS, está lá até hoje.

8-) Lula pensa que foi responsável pelo aumento das exportações brasileiras; mas, isso somente aconteceu como consequência de uma série de Fatores Anteriores ao seu governo, MAIS as circunstâncias favoráveis do Cenário Internacional.

9-) Lula pensa que não sofrerá o "Impeachment", porque está acima de TUDO o que acontece no Cenário Político Nacional, embora Collor tenha sido defenestrado por muito menos. Na Verdade, ele somente vai ficar na Presidência do Brasil porque não interessa a ninguém transformá-lo em Mártir, dando-lhe a chance de retornar à Política como Herói, futuramente.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Saúde mental e Trabalho




Texto: Ana Cristina Jacques

A relação entre a saúde e o trabalho vem sendo alvo de investigações e estudos e, a saúde do trabalhador configurou-se com uma questão prioritária para a área da saúde no Brasil. Essa preocupação com relação ao estudo sobre o trabalho e o trabalhador é importante, pois é através do conhecimento que podemos evitar, diminuir e alicerçar novas idéias aos problemas agravados ou provocados pelo trabalho tanto em nível individual como coletivo.

Através da história vemos o quanto avançou, mas que ainda tem-se muito o que fazer, pois o atendimento é desigual, já que nos encontramos em uma sociedade completamente capitalista, aonde que tem muito, paga muito e recebe muito, enquanto os que pouco tem, recebem o proporcional a isso. Cada época tem a sua demanda diferenciada em virtude de que os instrumentos de trabalho se modificam, mas o homem continua sendo o mesmo trabalhador e o produto final, com suas necessidades, desejos, frustrações,etc.

Sabe-se que as patologias se originam de fatores biológicos,ambientais e sócio-culturais, enfim um conjunto de agravantes e não podem ser tratados somente com remédios que é o que acontece atualmente,essa visão abre uma porta para a reflexão sobre os modelos vigentes, ampliando a visão sobre a saúde ocupacional e da medicina em geral.
Uma equipe multi ou interdisciplinar é o diferencial em todo este processo, pois é ela quem tem condições de abordar o todo, conhecer o indíviduo, suas necessidades, estudar a relação entre a patologia e o trabalho e contribuir para transformar este processo.

Alguns elementos são reconhecidos como aqueles que têm certa interferência, ou uma tendência, a participar ativamente na qualidade de saúde mental do trabalhador na sua relação com o trabalho. Primeiramente, cabe discursar sobre a importância da motivação no trabalho.

Segundo o site Wikipédia, motivação é o conjunto de fatores psicológicos (conscientes ou inconscientes) de ordem fisiológica, intelectual ou afetiva, os quais agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo,despertando a sua vontade e interesse para uma tarefa ou ação conjunta. Dessa forma, entende-se que a motivação surge de dentro das pessoas, não há como ser imposta. (pt.wikipedia.org/wiki/Motivação-05.05.2009).

Há algumas décadas o trabalhador se dedicava integralmente à empresa a qual trabalhava, era ali que fazia carreira e quase sempre é onde se aposentava. Houve uma mudança principalmente a partir da década de 90 com a entrada do Brasil no mundo da globalização, diante da conjuntura social o colaborador viu-se diante do excesso ou da redução do trabalho,do medo do desemprego e consequentemente ficou desamparado psicologicamente. (http://www.marisadeabreu.com.br/page51.php?post=4- 05.05.2009)

O medo do erro e de ser punido ocorre na maioria das empresas, ele necessita se auto-realizar, desafiar, ser desafiado, buscar respostas e solucionar problemas, isso o motiva e o faz se sentir como parte integrante , uma peça integrante e necessária à corporação. Quantas empresas investem nesta necessidade, e não pensam na motivação como sendo um escoamento de dinheiro sem lastro? Chamam palestrantes, dão bônus ,mas não vão ao ponto principal , a organização do trabalho.

Quando se foca na união entre os objetivos pessoais e corporativos normalmente consegue-se uma dedicação maior e melhor à função, conforme Júlio César Barbosa (2007) normalmente os motivados serão a mola propulsora para os desmotivados. Até o ano de 1993 antes do Plano Real o trabalhador ainda se sentia reconhecido como profissional , hoje o trabalho se molda em um padrão de sobrevivência, muitas vezes sem vínculo empregatício , trabalhadores desviados de função, insatisfeitos. Hoje ele é mais um número, sem realização profissional e tampouco reconhecimento, em função disso o envolvimento e a motivação também diminuíram e o trabalho passou a ser mero objeto de sobrevivência.

Normalmente a motivação se alicerça através de bônus, no qual o empregador exige o máximo de seu trabalhador, mas normalmente esquece as condições de trabalho, como salários dignos, ambiente ergonômico e organização do trabalho. Quando a organização motiva de forma particular a produtividade aumenta, onde é reconhecida a individualidade, a capacidade, o reconhecimento dos objetivos.

Sabemos que existem crises de valores, mas não sabemos exatamente quais, Leboyer (1994, p.134) diz que isso acontece por duas razões: " primeiro, os indicadores de produtividade, de qualidade e de absenteísmo são determinados por alguns fatores. Segundo, alguns destes indicadores são altamente confidenciais".

Um dos indicadores certamente é a diminuição da jornada de trabalho. Todo o trabalhador se pauta por um objetivo ou pelo desejo de alcançá-lo, mas observa-se que nem sempre têm a consciência de seus objetivos. Segundo Hersey e Blanchard (1986), a unidade básica do comportamento é a atividade, porque todo comportamento compõe-se de uma série de atividades.

Para Hersey e Blanchard (1986) os objetivos estão fora da pessoa e às vezes são chamados de recompensa esperada , para as quais se dirigem os motivos. Um trabalhador não executará bem a sua função se não for movido, se não existirem fatores dinâmicos que o envolvam em uma situação. A isto chamamos de motivação que pode ser interno (interesses pessoais, aptidões) ou externo (estímulos que a organização oferece). Cada trabalhador deve ser motivado de forma diferente e como está sempre à procura de satisfazer as suas necessidades é importante que a organização esteja sempre as adequando as necessidades individuais. Inúmeras empresas trabalham hoje com benefícios flexíveis, sendo uns obrigatórios e outros opcionais e o colaborador escolhe o que mais lhe interessa.

Reuniões feitas quando se necessita de resultado imediato não motivam ninguém, só servem para dar a impressão à chefia que a mesma está diante e a par de todas as estratégias. Ter a consciência do caráter individual da motivação e que não existem 100% de satisfação, sempre haverá uma necessidade a ser atendida e que isto demanda novas condutas motivacionais por parte do líder em conjunto com a equipe colaboradora. Motivação é conseqüência, não causa. Não podemos esquecer que antes de agradar o cliente o trabalhador é quem primeiro deve ser lembrado.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Cursos gratuitos online, ministrados pela Fundação Getúlio Vargas

http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitos.aspx


Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial – carga
horária de 8h

Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável – História da Questão Ambiental

Gestão de Marketing – Produto, Marca, Novos Produtos e Serviços

Gestão da Tecnologia da Informação – TI nas Organizações: Estratégia e Conceitos

Estratégia de Empresas – Introdução à Administração Estratégica

Técnicas de Gerência de Projetos – Gerenciamento do Escopo do Projeto

Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia – carga horária de 8h

Metodologia de Pesquisa – Conhecimento, saber e ciência

Metodologia do Ensino Superior – Universidade e Sociedade

Cursos em áreas de conhecimento diversas - carga horária de 15h

Ciência e Tecnologia

Diversidade na Organização

Ética Empresarial

Recursos Humanos

Cursos para professores do Ensino Médio – carga horária de 30h

Filosofia

Sociologia

OBS: O certificado é garantido no final do curso,

OBS1: Não há limite para estudar, terminando um curso, já poderá iniciar outro,