quinta-feira, 3 de junho de 2010

Dia Mundial do Meio Ambiente: temos o que comemorar?




Fonte:http://voluntarios.institutocea.org.br/blogs/3708/posts/156


O tema do Dia Mundial do Meio Ambiente 2010 (WED 2010, na sigla em inglês) é “Muitas espécies. Um planeta. Um futuro”. Ele reflete o apelo em prol da conservação da diversidade de vida no nosso planeta. Somos milhões de pessoas dividindo o mesmo planeta com outras milhões de espécies. Juntos podemos todos desfrutar de um futuro mais próspero e seguro. A mensagem também apoia o Ano Internacional da Biodiversidade, que se comemora em 2010.

Comemorado no dia 5 de Junho e coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o Dia Mundial do Meio Ambiente é a maior celebração global em torno de ações ambientais positivas. O objetivo é chamar a atenção de povos e países para a importância da preservação ambiental.

Kigali, capital da Ruanda, foi escolhida para sediar este ano as celebrações globais do Dia Mundial do Meio Ambiente. Segundo o PNUMA, a combinação de uma riqueza ambiental, incluindo espécies raras como os gorilas das montanhas, com a implementação de políticas verdes inovadoras foram os motivos deste país da África Central ter sido escolhido para as celebrações do Dia Mundial do Meio Ambiente.

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

Os principais objetivos das comemorações são:

Mostrar o lado humano das questões ambientais;
Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável;
Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais;
Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro e mais próspero.
A data é um convite para todo o planeta se envolver com a causa ambiental. Todos podemos participar.

A modelo brasileira Giselle Bündchen é Embaixadora da Boa Vontade do PNUMA e convida todos para celebrar o WED 2010.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Governo anuncia nova metodologia para o seguro acidente de trabalho





Fonte: 0 globo

Governo anunciou ontem a nova metodologia para o seguro acidente de trabalho em acordo com empresários e trabalhadores para implantar nova metodologia de cálculo para o Seguro Acidente de Trabalho (SAT). As novas regras entram em vigor em setembro, valendo para 2011, e reduzem custos para empresas onde trabalhadores adoecem menos, penalizando onde há maior volume de acidentes.

Dados do Ministério da Previdência Social apontam que ocorre uma média anual de cerca de 3 mil mortes e 8 mil aposentadorias por invalidez permanente, causadas em ambiente de trabalho no país.

Em 2009, esses sinistros custaram R$ 14,2 bilhões à Previdência, enquanto as empresas contribuíram com R$ 8,1 bilhões. A diferença é coberta por recursos da União. Dados anteriores mostram que desde 2003 o INSS cobre, pelo menos, 40% dessa conta.

Em função disso, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta há sete anos alterar o modelo do seguro. Discussões com empresários e trabalhadores levaram o governo a implantar, em 2007, o Fator de Acidentário de Prevenção (FAP), para um cálculo mais equânime do SAT.

Mas tanto as empresas como os trabalhadores não gostaram da fórmula final, e a medida já foi vítima de duas ações de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF), de parte das confederações da indústria (CNI) e do comércio (CNC), além de cerca de 7 mil processos administrativos e 250 ações judiciais.

Hoje, o ministro da Previdência, Carlos Gabas, anunciou que o Conselho Nacional de Previdência Social alterou a metodologia do FAP, que serve para o cálculo do seguro. Segundo ele, houve anuência de empresários e trabalhadores e a medida não representa fraqueza do governo.

- Não há recuo, nem atendimento a pressões. Estamos aprofundando o diálogo. Antes, era uma mera indenização por perda de capacidade laboral ou por mortes, para empresas mal intencionadas. Agora, passa a ser um instrumento de proteção dos trabalhadores - disse Gabas, titular da pasta há dois meses.

O secretário de Políticas de Previdência Social, Fernando Rodrigues, explicou que "a nova metodologia consegue distribuir, melhor, os riscos. O FAP passa a ser um instrumento modulador", disse. Ele explicou ainda que a polêmica gira mais em torno da metodologia do fator do que em relação à cobrança.

- O FAP passa a ser um diferencial para as empresas que sonegam e as que não sonegam - continuou o secretário. O FAP, na verdade, está em vigor desde janeiro deste ano. Mas a partir de setembro terá mudanças na metodologia de cálculo, valendo para ocorrências entre 2007 e 2008.

As empresas sem qualquer registro de acidentes de trabalho, por exemplo, terão reduzidas à metade, as alíquotas incidentes para o cálculo do seguro (1%, 2% e 3% da folha salarial, dependendo de setor e portes). Cerca de 350 mil empresas devem ser beneficiadas, de imediato.

Já aquelas que sonegarem informações sobre o tema ou que registrarem aumento forte da sinistralidade laboral, terão suas alíquotas dobradas pelo FAP, resumiu o diretor de Saúde da Previdência, Remígio Todeschini.

Segundo ele, das 4,5 milhões de empresas cadastradas no país, cerca de 952 mil médias e grandes estão obrigadas a pagar o seguro. O restante está no rol de isentos por estarem no Simples, atividade rural e outros.

"ONGs pedem que Anvisa proíba termômetros de mercúrio




Fonte: Publicidade da Reportagem Local

Um petição assinada por 38 entidades das áreas de saúde e meio ambiente foi protocolada nesta quarta-feira no gabinete do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) exigindo que o órgão proíba a fabricação, comércio e uso de termômetros com mercúrio.
A petição cita considerações do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) favoráveis ao banimento do mercúrio. As entidades também se basearam nos resultados de uma pesquisa financiada pelo Ministério do Meio Ambiente alemão sobre a presença do material em países em desenvolvimento. No Brasil, segundo a pesquisa, 83% dos hospitais e consultórios ainda utilizam termômetros de mercúrio, apesar dos profissionais reconhecerem que o material oferece riscos à saúde.
Zuleica Nycz, coordenadora da Apromac (Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte-PR) e uma das responsáveis pela pesquisa no Brasil, considera "um contrasenso ser possível comprar um termômetro de mercúrio e levar para casa. Quando ele quebra as crianças brincam com as bolinhas, mas deveria ser tratado como uma emergência química, pois os danos são permanentes".
A petição sugere a criação de um programa de recolhimento dos termômetros e subsídios para baratear os materiais alternativos, hoje mais caros.
A Anvisa não confirmou a entrega da petição, e aguardava resposta da área técnica para se posicionar sobre a legislação envolvendo o mercúrio. "

[ Riscobiologico.org - Folha online - http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u737844.shtml. ]

Entidades ambientais pedem à Anvisa proibição de termômetros de mercúrio




Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/05/entidades-ambientais-pedem-a-anvisa-proibicao-de-termometros-de-mercurio/
www.saudesemdano.org.
http://www.saudesemdano.org/?c=82.

Entidades ligadas às áreas de saúde e meio ambiente entregaram no dia 19 de maio, um documento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedindo a proibição do uso e da fabricação de termômetros de mercúrio no Brasil. Elas propõem a criação de um programa de substituição desses termômetros por outros não tóxicos.
De acordo com a representante da Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte (Promac) Zuleica Nycz, os termômetros disponíveis no mercado são muito frágeis e detêm grande concentração do metal, o que pode contaminar pessoas e ambientes.
?O que queremos é que a Anvisa se sensibilize e nos chame para conversar. Acredito que deve sobrar um pouco de recursos [governamentais] para trabalharmos com a segurança química e proteger a saúde das pessoas e da própria biodiversidade?, disse.
Segundo Zuleica, um dos maiores entraves para a substituição por termômetros alternativos é o preço. Na maior parte dos locais de venda pesquisados por essas entidades, os termômetros não tóxicos custavam mais que o dobro que os de mercúrio.
?Temos um problema muito grave que exige subsídio ou políticas específicas. A máquina do Estado tem uma série de opções para baixar o preço de um produto que é de interesse da saúde pública. O que falta neste momento é vontade política?, afirmou.
Em junho, o Brasil participará da primeira reunião internacional que discutirá um tratado sobre mercúrio. Ela será realizada pelo Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (Pnuma), na Suécia. De acordo com Zuleica, alguns países como Argentina, Índia e Filipinas já proibiram o uso do metal.
Estudos financiados pelo Ministério do Meio Ambiente da Alemanha e realizada por organizações não governamentais internacionais revelaram que 83% dos hospitais e consultórios pesquisados no Brasil ainda usam termômetros de mercúrio, mesmo com a disponibilidade de produtos alternativos e do conhecimento dos profissionais de saúde sobre os riscos e a toxidade do material.
O mercúrio é um metal tóxico para os seres humanos, podendo afetar o desenvolvimento cerebral e o sistema nervoso. No Brasil, é usado em termômetros, em lâmpadas fluorescentes, em materiais odontológicos e em processos de mineração de ouro.
Segundo o Dr Zechinatti, MT coordenador PCMSO Unifesp, o mercúrio é proibido em SP.

No RS ainda é usado , mas com cuidados, principalmente na limpeza e no descarte.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Como identificar um líder tóxico dentro de uma empresa?

Fonte:http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/como-identificar-um-lider-toxico-dentro-de-uma-empresa/33987/


"Para o líder tóxico, a preocupação com os resultados justifica o desrespeito às pessoas", afirma a professora Vera Martins

Em um ambiente profissional, o líder é o indivíduo dotado de responsabilidades como a delegação de ordens e o comando do planejamento de uma equipe, mas ele pode apresentar sintomas tóxicos.



Entre eles, estão a punição para os erros de seus comandados, a arrogância, a instabilidade emocional e a imprudência, que podem gerar conflitos dentro do ambiente corporativo.



Fujam, lá vem o nosso líder!


“Para o líder tóxico, a preocupação com os resultados justifica o desrespeito às pessoas, que se manifesta no tom de voz, nas palavras utilizadas, na postura invasiva e na incapacidade de desenvolver sua equipe”, afirma a professora da Fundação Vanzolini, Vera Martins.




De acordo com Vera, a dinâmica estabelecida por esse indivíduo nocivo é baseada no medo, com atitudes como ameaças de demissão, desqualificação pública de algum funcionário e humilhação.




Ele também não leva em consideração as opiniões dos subordinados, fazendo-os sentirem-se rejeitados. Suas ordens não podem ser questionadas. Existe a crença de que será respeitado se estimular a baixa autoestima e criar dor emocional nos colaboradores.




“Essa crença estimula na equipe o estado de alerta “lute ou fuja”, provocando estresse emocional no ambiente de trabalho, e consequentemente, reduzindo a produtividade e trazendo prejuízos para as empresas”, avalia Vera.




Salvem o ambiente tóxico!


Quem faz uso de uma comunicação agressiva, que denigre a imagem dos funcionários e torna o ambiente de trabalho uma “fogueira”, previamente estará na mira do alto escalão da empresa. Entretanto, como modificar os paradigmas que regem esse indivíduo?




“Essa mudança de comportamento exige do profissional uma disposição para sair da zona de conforto e coragem para correr riscos na adoção de novos credos e comportamentos. Do lado da empresa, exige-se paciência, firmeza e confiança para promover esse investimento”, explica Vera.




Para a professora, esse trabalho pode ser feito por meio de um treinamento em liderança assertiva e, se preciso, um processo de coaching.




A partir daí, o líder será impulsionado a descobrir os talentos e desenvolver as competências essenciais da sua equipe. Frente a esse processo, caberá a ele caminhar totalmente sintonizado com a missão e os objetivos estratégicos da organização, com o olhar firme e crítico nos resultados que devem ser atingidos.




A transformação


Líderes com foco em resultados, mas sem perder de vista o cuidado com as pessoas. Essa é a base da liderança assertiva, qualidade cada vez mais valorizada pelas empresas.




Vera sustenta que esse modelo de profissional trará maior rentabilidade à corporação. “A empresa ganha porque a assertividade na liderança reduz as tensões entre as pessoas e acelera a solução de problemas. Os clientes também saem beneficiados, pois a assertividade tem impacto direto na qualidade final do produto ou dos serviços prestados, em razão do clima organizacional ético, focado em resultados”.




Quanto aos conflitos, que continuarão a existir, a professora pondera. “O conflito origina-se da diversidade, e a diferença enriquece os relacionamentos, assim, eu diria que os conflitos não devem ser reduzidos e sim bem administrados”.




Por conta desse novo estilo empregado, os problemas de comunicação e relacionamento serão minimizados, já que uma das chaves indutoras desse indivíduo será a atribuição de feedbacks eficazes e educação.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

SALVE O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO

Caros amigos, As nossas florestas estão em perigo! Deputados ruralistas querem destruir o Código Florestal Brasileiro, liberando o desmatamento de áreas protegidas por lei, especialmente na Amazônia. Assine a petição para salvar o Código Florestal:


Próxima terça-feira dia 1 de junho nossas florestas irão sofrer um ataque perigoso – deputados da “bancada ruralista” estão tentando destruir o nosso Código Florestal, buscando reduzir dramaticamente as áreas protegidas, incentivando o desmatamento e crimes ambientais.

O que é mais revoltante, é que os responsáveis por revisar essa importante lei são justamente os ruralistas representantes do grande agronegócio. É como deixar a raposa cuidando do galinheiro!

Há um verdadeiro risco da Câmara aprovar a proposta ruralista – mas existem também alguns deputados que defendem o Código e outros estão indecisos. Nos próximos dias, uma mobilização massiva contra tentativas de alterar o Código, pode ganhar o apoio dos indecisos. Vamos mostrar que nós brasileiros estamos comprometidos com a proteção ambiental – clique abaixo para assinar a petição em defesa do Código Florestal:

SE VOCÊ NÃO CONSEGUIR ABRIR POR AQUI, COPIE E COLE.
http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/?vl

Enquanto o mundo todo defende a proteção do meio ambiente, um grupo de deputados está fazendo exatamente o contrário: entregando de mão beijada as nossas florestas para os maiores responsáveis pelo desmatamento do Cerrado e da Amazônia. Eles querem simplesmente garantir a expansão dos latifúndios, quando na verdade uma revisão do Código deveria fortalecer as proteções ao meio ambiente e apoiar pequenos produtores.

As propostas absurdas incluem:
Reduzir a Reserva Legal na Amazônia de 80% para 50%
Reduzir as Áreas de Preservação Permanente como margens de rios e lagoas, encostas e topos de morro:
Anistia aos crimes ambientais, sem exigir o reflorestamento da área
Transferir a legislação ambiental para o nível estatal, removendo o controle federal
Essa não é uma escolha entre ambientalismo e desenvolvimento econômico, um estudo recente mostra que o Brasil ainda tem 100 milhões de hectares de terra disponíveis para a agricultura, sem ter que desmatar um único hectare da Amazônia.

A proteção das floretas e comunidades rurais dependem do Código Florestal, assim como a prevenção das mudanças climáticas e a luta contra a desigualdade do campo. Assine a petição para salvar o Código Florestal e depois divulgue!

http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/?vl
http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/?cl=589392522&v=6389

Juntos nós aprovamos a Ficha Limpa na Câmara e no Senado. Se agirmos juntos novamente pelas nossas florestas nós podemos fazer do Brasil um modelo internacional de desenvolvimento aliado à preservação.

Com esperança,

Graziela, Alice, Paul, Luis, Ricken, Pascal, Iain and the entire Avaaz team

Saiba mais:

País tem 100 mi de hectares sem proteção - Estado de São Paulo:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100505/not_imp547054,0.php

Estudos ressaltam importância ambiental do Código Florestal - WWF:
http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?24940/Estudos-ressaltam-importancia-ambiental-do-Codigo-Florestal

Para ambientalistas, relatório de Rebelo é genérico e equivocado :
http://www.portaldomeioambiente.org.br/legislacao-a-direito/codigo-florestal-brasileiro/4110-para-ambientalistas-relatorio-de-rebelo-e-generico-e-equivocado.html

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Legislação - Normas técnicas de ensaios / Equipamentos de Proteção Individual- Nova Portaria do MTE.

Fonte: http://www.mte.gov.br/legislacao/portarias/2010/p_20100521_184.pdf.
Equipe Riscobiologico.org


MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO
DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA DE SAÚDE NO TRABALHO
PORTARIA N.º 184, DE 21 DE MAIO DE 2010



(D.O.U. de 24/05/2010 – Seção 1 – Págs. 85 e 86)
Altera a Portaria n.º 121, de 30 de setembro de 2009, que estabelece as normas técnicas de ensaios e os requisitos obrigatórios aplicáveis aos Equipamentos de Proteção Individual – EPI enquadrados no Anexo I da NR-6 e dá outras providências.
A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO e a DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso das atribuições que lhes confere o Decreto n.º 3.129, de 9 de agosto de 1999 e de acordo com o disposto na alínea “c” do item 6.11.1 da Norma Regulamentadora n.º 6, aprovada pela Portaria n.º 3.214 de 8 de junho de 197 resolvem:
Art. 1º O item 1.3 e seus subitens do Anexo I (Requisitos Obrigatórios Aplicáveis aos Equipamentos de Proteção Individual – EPI), da Portaria/SIT n.º 121, de 30 de Setembro de 2009, passam a vigorar com as seguintes alterações:
“1.3. Os fabricantes e importadores dos seguintes EPI, constantes do Anexo I da NR-06, devemcomprovar ao DSST sua conformidade, com requisitos de desempenho Estabelecidos em regulamentos por meio de documentação técnica, incluindo relatórios de ensaio ou declaração de conformidade realizados no exterior:
a) capacete para combate a incêndio e outros equipamentos contra agentes térmicos (calor) e chamas utilizadas no combate a incêndio;
b) respirador purificador de ar motorizado, respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido de demanda com pressão positiva tipo peça facial inteira combinado com cilindro auxiliar, respirador de adução de ar tipo máscara autônoma de circuito fechado, respirador de fuga; c) máscara de solda de escurecimento automático; e d) equipamentos de proteção contra agentes térmicos (calor) e chamas provenientes de arco elétrico e/ou fogo repentino.” (NR) “1.3.2 Os resultados de laboratórios estrangeiros de ensaio serão aceitos quando o laboratório for acreditado por um organismo signatário de acordo multilateral de reconhecimento mútuo, estabelecido
por uma das seguintes cooperações:
• Interamerican Accreditation Cooperation – IAAC;
• European co-operation for Accreditation – EA;
• International Laboratory Accreditation Cooperation – ILAC.” (NR)
“1.3.2.1 Serão também aceitos os resultados de ensaios realizados pelos laboratórios do seguinte organismo estrangeiro:
• National Institute for Occupational Safety and Health – NIOSH, para respirador purificador de ar motorizado, respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido de demanda com pressão positiva tipo peça facial inteira combinado com cilindro auxiliar, respirador de adução de ar tipo máscara autônoma de circuito fechado, respirador de fuga.” (NR)
Art. 2º Fica prorrogado até 7 de junho de 2011 o atendimento ao item 3.1 do Anexo I da Portaria/SIT n.º 121, de 2009, quando a data de fabricação dos EPI deverá ser marcada de forma indelével, legível, sempre que possível, em cada exemplar ou componente do EPI, na forma mês/ano, no
mínimo.
Parágrafo Único - Coincidindo a data de fabricação com o número do lote, o EPI poderá possuir uma única marcação com data/lote, na forma mês/ano, no mínimo.
Art. 3º Os Certificados de Aprovação – CA dos seguintes EPI terão sua validade prorrogada, conforme disposto a seguir:
I. Equipamentos de proteção individual contra agentes térmicos (calor/ frio) e chamas, exceto arco elétrico, fogo repentino e combate a incêndio, até 31 de dezembro de 2010;
II. Vestimentas de proteção contra agentes químicos/respingos de produtos químicos (industrial e agrotóxico), capacete para combate a incêndio e outros equipamentos de proteção contra agentes térmicos (calor) e chamas no combate a incêndio, respirador purificador de ar motorizado, respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido de demanda com pressão positiva tipo peça facial inteira combinado com cilindro auxiliar, respirador de adução de ar tipo máscara autônoma de circuito fechado, respirador de fuga, máscara de solda de escurecimento automático e EPI de proteção contra
agentes térmicos (calor) e chamas provenientes de arco elétrico e/ou fogo repentino, até 7 de junho de 2011.
Art. 4º Acrescenta ao Anexo II da Portaria/SIT nº 121, de 30 de setembro de 2009, o termo “ou alteração posterior” após a designação de cada norma técnica brasileira aplicável.
Art. 5º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.
RUTH BEATRIZ VASCONCELOS VILELA
Secretária de Inspeção do Trabalho
JÚNIA MARIA DE ALMEIDA BARRETO
Diretora do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho