segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Saúde mental e Trabalho




Texto: Ana Cristina Jacques

A relação entre a saúde e o trabalho vem sendo alvo de investigações e estudos e, a saúde do trabalhador configurou-se com uma questão prioritária para a área da saúde no Brasil. Essa preocupação com relação ao estudo sobre o trabalho e o trabalhador é importante, pois é através do conhecimento que podemos evitar, diminuir e alicerçar novas idéias aos problemas agravados ou provocados pelo trabalho tanto em nível individual como coletivo.

Através da história vemos o quanto avançou, mas que ainda tem-se muito o que fazer, pois o atendimento é desigual, já que nos encontramos em uma sociedade completamente capitalista, aonde que tem muito, paga muito e recebe muito, enquanto os que pouco tem, recebem o proporcional a isso. Cada época tem a sua demanda diferenciada em virtude de que os instrumentos de trabalho se modificam, mas o homem continua sendo o mesmo trabalhador e o produto final, com suas necessidades, desejos, frustrações,etc.

Sabe-se que as patologias se originam de fatores biológicos,ambientais e sócio-culturais, enfim um conjunto de agravantes e não podem ser tratados somente com remédios que é o que acontece atualmente,essa visão abre uma porta para a reflexão sobre os modelos vigentes, ampliando a visão sobre a saúde ocupacional e da medicina em geral.
Uma equipe multi ou interdisciplinar é o diferencial em todo este processo, pois é ela quem tem condições de abordar o todo, conhecer o indíviduo, suas necessidades, estudar a relação entre a patologia e o trabalho e contribuir para transformar este processo.

Alguns elementos são reconhecidos como aqueles que têm certa interferência, ou uma tendência, a participar ativamente na qualidade de saúde mental do trabalhador na sua relação com o trabalho. Primeiramente, cabe discursar sobre a importância da motivação no trabalho.

Segundo o site Wikipédia, motivação é o conjunto de fatores psicológicos (conscientes ou inconscientes) de ordem fisiológica, intelectual ou afetiva, os quais agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo,despertando a sua vontade e interesse para uma tarefa ou ação conjunta. Dessa forma, entende-se que a motivação surge de dentro das pessoas, não há como ser imposta. (pt.wikipedia.org/wiki/Motivação-05.05.2009).

Há algumas décadas o trabalhador se dedicava integralmente à empresa a qual trabalhava, era ali que fazia carreira e quase sempre é onde se aposentava. Houve uma mudança principalmente a partir da década de 90 com a entrada do Brasil no mundo da globalização, diante da conjuntura social o colaborador viu-se diante do excesso ou da redução do trabalho,do medo do desemprego e consequentemente ficou desamparado psicologicamente. (http://www.marisadeabreu.com.br/page51.php?post=4- 05.05.2009)

O medo do erro e de ser punido ocorre na maioria das empresas, ele necessita se auto-realizar, desafiar, ser desafiado, buscar respostas e solucionar problemas, isso o motiva e o faz se sentir como parte integrante , uma peça integrante e necessária à corporação. Quantas empresas investem nesta necessidade, e não pensam na motivação como sendo um escoamento de dinheiro sem lastro? Chamam palestrantes, dão bônus ,mas não vão ao ponto principal , a organização do trabalho.

Quando se foca na união entre os objetivos pessoais e corporativos normalmente consegue-se uma dedicação maior e melhor à função, conforme Júlio César Barbosa (2007) normalmente os motivados serão a mola propulsora para os desmotivados. Até o ano de 1993 antes do Plano Real o trabalhador ainda se sentia reconhecido como profissional , hoje o trabalho se molda em um padrão de sobrevivência, muitas vezes sem vínculo empregatício , trabalhadores desviados de função, insatisfeitos. Hoje ele é mais um número, sem realização profissional e tampouco reconhecimento, em função disso o envolvimento e a motivação também diminuíram e o trabalho passou a ser mero objeto de sobrevivência.

Normalmente a motivação se alicerça através de bônus, no qual o empregador exige o máximo de seu trabalhador, mas normalmente esquece as condições de trabalho, como salários dignos, ambiente ergonômico e organização do trabalho. Quando a organização motiva de forma particular a produtividade aumenta, onde é reconhecida a individualidade, a capacidade, o reconhecimento dos objetivos.

Sabemos que existem crises de valores, mas não sabemos exatamente quais, Leboyer (1994, p.134) diz que isso acontece por duas razões: " primeiro, os indicadores de produtividade, de qualidade e de absenteísmo são determinados por alguns fatores. Segundo, alguns destes indicadores são altamente confidenciais".

Um dos indicadores certamente é a diminuição da jornada de trabalho. Todo o trabalhador se pauta por um objetivo ou pelo desejo de alcançá-lo, mas observa-se que nem sempre têm a consciência de seus objetivos. Segundo Hersey e Blanchard (1986), a unidade básica do comportamento é a atividade, porque todo comportamento compõe-se de uma série de atividades.

Para Hersey e Blanchard (1986) os objetivos estão fora da pessoa e às vezes são chamados de recompensa esperada , para as quais se dirigem os motivos. Um trabalhador não executará bem a sua função se não for movido, se não existirem fatores dinâmicos que o envolvam em uma situação. A isto chamamos de motivação que pode ser interno (interesses pessoais, aptidões) ou externo (estímulos que a organização oferece). Cada trabalhador deve ser motivado de forma diferente e como está sempre à procura de satisfazer as suas necessidades é importante que a organização esteja sempre as adequando as necessidades individuais. Inúmeras empresas trabalham hoje com benefícios flexíveis, sendo uns obrigatórios e outros opcionais e o colaborador escolhe o que mais lhe interessa.

Reuniões feitas quando se necessita de resultado imediato não motivam ninguém, só servem para dar a impressão à chefia que a mesma está diante e a par de todas as estratégias. Ter a consciência do caráter individual da motivação e que não existem 100% de satisfação, sempre haverá uma necessidade a ser atendida e que isto demanda novas condutas motivacionais por parte do líder em conjunto com a equipe colaboradora. Motivação é conseqüência, não causa. Não podemos esquecer que antes de agradar o cliente o trabalhador é quem primeiro deve ser lembrado.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Cursos gratuitos online, ministrados pela Fundação Getúlio Vargas

http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitos.aspx


Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial – carga
horária de 8h

Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável – História da Questão Ambiental

Gestão de Marketing – Produto, Marca, Novos Produtos e Serviços

Gestão da Tecnologia da Informação – TI nas Organizações: Estratégia e Conceitos

Estratégia de Empresas – Introdução à Administração Estratégica

Técnicas de Gerência de Projetos – Gerenciamento do Escopo do Projeto

Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia – carga horária de 8h

Metodologia de Pesquisa – Conhecimento, saber e ciência

Metodologia do Ensino Superior – Universidade e Sociedade

Cursos em áreas de conhecimento diversas - carga horária de 15h

Ciência e Tecnologia

Diversidade na Organização

Ética Empresarial

Recursos Humanos

Cursos para professores do Ensino Médio – carga horária de 30h

Filosofia

Sociologia

OBS: O certificado é garantido no final do curso,

OBS1: Não há limite para estudar, terminando um curso, já poderá iniciar outro,

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Beneficiários do Bolsa Família teriam telefone celular gratuito e com R$ 7 de crédito por mês. É novo programa do governo, o Bolsa Celular.

Sinceramente as vezes me sinto egoísta, mas penso e vejo que o assistencialismo não ajuda, as vezes até desestimula porque se a criatura recebe tudo nas mãos por que vai correr atrás. Sabemos que a maior parte da população votante é pobre e que infelizmente troca o voto por camiseta, comida e agora quem sabe...celular?! Internet subsidiada?De onde virão os computadores? Porque o Senhor não dá assistencialismo à saúde pública? Claro, já é dever do Estado (havia esquecido), Presidente Lula porque o Senhor não se preocupa de verdade com a saúde e a educação? Se o Senhor fizer isso quem sabe a sua musa da beleza interior aplaque em 2010.

http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2009/11/falando_de_graca_45470.html

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A Relação com a chefia




Estou abordando um tópico que escrevi e que fará parte da minha monografia voltada às Interferências da Saúde Mental na Produtividade.


Segundo um artigo (2009) de Ricardo Fortes da Costa, diretor de recursos humanos da Capgemini Portugal o cinismo é o gerador de muitos problemas no mundo corporativo . é esperado de um gestor um espírito de liderança construtiva para que uma equipe seja coesa e produtiva. Observa-se que, na maioria das vezes as respostas já estão prontas e respondidas pelo próprio gestor, que por falta de tempo ou desinteresse não observa as necessidades individuais de cada trabalhador . Alguns estudiosos da área humana falam mal sobre o discurso dominante, no qual o cinismo, a excessiva auto-estima, a esperteza e outros adjetivos são condições necessárias.

O gestor acessível, preocupado com o bem estar do todo e de todos não é bem visto na hora da escolha e geralmente perde espaço para alguém vaidoso, ambicioso e cheio de si que é quem vai manter a ordem e principalmente a produção e o ganho. Parte-se do princípio que o trabalhador está sempre em conflito com a instituição ou com alguém que nela esteja, o que pode ser real, mas não porque ele é um mal resolvido na sua essência e sim porque enxerga na pessoa que deveria ser o incentivador da equipe o seu maior algoz, o que se preocupa somente com a produção e não com quem a produz.

Normalmente a manipulação é utilizada como estratégia gerencial causando medo e sofrimento ao trabalhador. O medo de ser demitido aumenta as reações de indignação que contribui para a precarização do trabalho e acaba sendo como um círculo vicioso, saindo e retornando sempre ao mesmo lugar e aumentando a chance deste colaborador realmente ser afastado.
Existe motivação quando as pessoas se superam, a chefia não deve refutar as necessidades do trabalhador de auto-realizar-se, de aprender, do orgulho próprio, de ser útil à corporação, de ter suas idéias ouvidas e quem sabe utilizadas.

O dinheiro não é o único estímulo, o qual muitas vezes estimula a dependência da recompensa. A motivação depende da sensibilidade da chefia em verificar as necessidades do trabalhador no momento e propiciar um ato motivacional. É quando ele se coloca à frente como incentivador e identifica e faz com que as necessidades sejam cumpridas e conduz ao caminho da satisfação.

Normalmente a chefia pensa que não é necessária a motivação para o trabalho, é usada a máxima do mande quem pode , obedece quem precisa. A grande maioria das companhias não percebe que a falta de líderes eficientes desencadeiam trabalhadores apáticos e desestimulados., pois não não criam ambientes de satisfação e produtividade.
Os gerentes, muitas vezes, gerenciam departamentos, gerenciam pessoas, mas não as lideram. Muitos poucos empregados trabalham utilizando o seu potencial. A liderança eficaz os motiva voluntariamente e esta é a palavra-chave, a dedicarem suas mentes e atributos físicos para o objetivo maior. (Jack, A. 1989, p.26).

Liderar significa movimentar o trabalhador, fazendo-o colocar para fora a motivação que está dentro dele e só quem consegue isso são lideres que têm dentro de si o gostar de pessoas, ser sensível a novas idéias e o saber ouvir, tentando transformar as necessidades de cada um em aspirações e esperanças positivas. O objetivo principal é fazer com que cada trabalhador lidere a si próprio.

Normalmente é incentivada a chefia (cópia de um modelo estabelecido) e não a liderança (estar aberto ao desafio) e é por isso que empresas não alcançam os objetivos propostos perante aos trabalhadores, pois formam chefes (com idéias engessadas) e não lideres. É ignorado o sofrimento decorrente disto, instaura-se uma passividade coletiva ligada à falta de alternativas (Dejours, 1999a). Assim,o trabalho, apesar de estar cada vez mais presente na vida das pessoas, vai desaparecendo das referências éticas que sustentam a autonomia e auto-estima dos trabalhadores (Santos, 1999b).

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Empregado valorizado rende mais

Dando sequência à matéria que coloquei em meu blog no dia 04 de novembro “A organização do Trabalho e a Desmotivação” segue matéria publicada hoje no Jornal do Brasil reforçando que investir na ferramenta mais importante da empresa, o trabalhador, motivá-lo constantemente e criar um ambiente de comprometimento mútuo, certamente é uma maneira de alcançar a excelência.

Fonte: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/11/09/e091121808.asp

Apesar dos impactos financeiros positivos, um programa de promoção da saúde para os funcionários de uma empresa só sobreviverá, e será um sucesso, se puder contribuir com a missão, metas a longo prazo e prioridades de curto prazo de uma organização. É o que conclui a doutora em medicina pela USP, Marcia Bandine, na apresentação Impactos Financeiros da Promoção da Saúde no Trabalho.
A rede de idiomas Cultura Inglesa é um bom exemplo de estruturação de recursos humanos, com foco na qualidade de vida dos funcionários. Desde 2008, quando foi considerada uma das 25 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, segundo a pesquisa do Instituto Great Place to Work, a empresa ampliou investimentos em saúde e bem-estar dos empregados. E colheu resultados: conquistou o nono lugar no país, na categoria de faturamento até R$ 300 milhões, na versão 2009 da pesquisa. Também foi considerada a segunda melhor empresa para trabalhar no Rio de Janeiro.
A imagem é um importante fator motivador para a implementação de um programa de saúde. Segundo a Association for Worksite Health Promotion, 67% dos empregadores acham as ações internas de bem-estar importantes para atrair recursos para as companhias e 76% acreditam que são importantes na retenção dos talentosos.
O programa da Cultura Inglesa é destinado aos 1.040 funcionários e 105 estagiários das 45 filiais da rede, em cinco estados, e inclui, além do plano de saúde: apoio psicológico (para problemas como síndrome do pânico), tratamento odontológico, orientação nutricional e atividades físicas.
Um estudo global da consultoria Mercer, realizado por sua unidade de Portugal, evolvendo 210 empresas entre 2008 e 2009, apontou que: todas oferecem assistência médica aos funcionários; 83% dispõem de plano odontológico; e 90% pagam seguro de vida. Em relação aos empregados aposentados, os percentuais para os benefícios foram de 30%, 12% e 5% respectivamente.
O departamento de recursos humanos da Cultura Inglesa observou que havia problemas de sedentarismo e obesidade na empresa. Por isso, estão investindo cada vez mais em atividades físicas. As pesquisas internas revelam que a atenção ao peso dos empregados já rendeu bons resultados: os funcionários estão se exercitando e já emagreceram.
Ações desse tipo para empregados não podem faltar em uma empresa de saúde. As Clínicas Oncológicas Integradas (COI) acabam de implantar o programa Viva Bem que inclui ginástica laboral, massoterapia, caminhada, conscientização dos funcionários sobre os riscos do tabagismo e das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), além de higiene bucal. Ao todo, 230 empregados das três unidades da COI participam do programa.

sábado, 7 de novembro de 2009

Depressão lidera doenças mentais no trabalho




Fonte - http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/depressao-lidera-doencas-mentais-no-trabalho


Estudo mostra que 48,5% dos trabalhadores que se afastam por mais de 15 dias de serviço padecem deste tipo de algum tipo de doença mental
Um estudo da Universidade de Brasília (UnB) e do INSS mostra que o número de trabalhadores com problemas mentais vem aumentando nos últimos anos. Bancários, frentistas, trabalhadores do comércio, metalúrgicos, rodoviários e transportadores aéreos estão entre as categorias de maior risco. No levantamento, 48,8% dos trabalhadores que se afastam por mais de 15 de dias do serviço sofrem algum tipo de doença mental.
Anadergh Barbosa Branco, coordenadora do Laboratório de Saúde do Trabalhador da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB, afirma que a depressão é o problema que mais afeta os trabalhadores.
"Acreditamos que toda essa mudança tecnológica e feita de uma forma inclusive muito rápida no Brasil causou um impacto considerável. Além disso, temos um problema, principalmente nos últimos dez anos, que é o aumento da violência social. E a gente percebe que a violência social está interferindo de uma forma muito acentuada no trabalho", diz.
Os bancários e os trabalhadores no comércio são os profissionais que mais sofrem diariamente com assaltos. Anadergh também relata que a pressão dos chefes nesses dois setores é constante e acaba prejudicando o trabalhador. Para a coordenadora, existem profissões que afetam a saúde mental das pessoas.
"Acho que é muito o caso dos bancários, dos caixas. Você trabalha com dinheiro, trabalha com valores dos outros e sem ter um controle total dessa situação. A gente está vendo aí um aumento grande dos assaltos a bancos", diz.
A pesquisa também aponta que a doença mental nunca vem sozinha. O alcoolismo é a conseqüência mais comum, que surge da depressão, do medo e do isolamento da família e dos amigos. A professora ressalta que profissionais que trabalham isolados, como os controladores de vôo, devem receber cuidados especiais.
Segundo levantamento, mais de 99% dos benefícios concedidos pelo INSS para trabalhadores com transtornos mentais foram considerados problemas pessoais dos trabalhadores, não relacionados com a profissão.
"O problema é que na doença mental é difícil você pontuar o que causa o que. Sempre uma coisa leva a outra. Em muitas vezes, a depressão leva ao alcoolismo, e este vai agravar a depressão. Porque a pessoa recorre ao álcool na tentativa de sair daquele estado. Isso é mais recorrente particularmente em homens, que tem uma maior dificuldade de se aceitar doente", afirma.
Entre as principais dificuldades para prevenir as doenças mentais do trabalho estão os diagnósticos imprecisos dos médicos, tratamento deficitário e a dificuldade do próprio trabalhador em aceitar a doença.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Você sabe o que é o CEREST (Centro de Referência à Saúde do Trabalhador)



O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) é um serviço do Sistema Único de Saúde (SUS), que visa atender as questões relativas à saúde dos trabalhadores e foi criado no intuito de fortalecer as ações relacionadas à saúde dos trabalhadores no país.
Os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) promovem ações para melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida do trabalhador por meio da prevenção e vigilância. Existem dois tipos de Cerest: os estaduais e os regionais.
Cabe aos Cerest capacitar a rede de serviços de saúde, apoiar as investigações de maior complexidade, assessorar a realização de convênios de cooperação técnica, subsidiar a formulação de políticas públicas, apoiar a estruturação da assistência de média e alta complexidade para atender aos acidentes de trabalho e agravos contidos na Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho e aos agravos de notificação compulsória citados na Portaria GM/MS nº 777 de 28 de abril de 2004.

Confira a lista dos Cerest’s por Estado através do link;

http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=29723&janela=1